{"id":17682,"date":"2024-02-27T10:37:02","date_gmt":"2024-02-27T13:37:02","guid":{"rendered":"https:\/\/news.sap.com\/brazil\/?p=17682"},"modified":"2024-02-27T10:37:02","modified_gmt":"2024-02-27T13:37:02","slug":"empresas-brasileiras-apostam-na-tecnologia-para-aumentar-resiliencia-mas-falta-de-profissionais-especializados-preocupa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/news.sap.com\/brazil\/2024\/02\/empresas-brasileiras-apostam-na-tecnologia-para-aumentar-resiliencia-mas-falta-de-profissionais-especializados-preocupa\/","title":{"rendered":"Empresas brasileiras apostam na tecnologia para aumentar resili\u00eancia, mas falta de profissionais especializados preocupa"},"content":{"rendered":"
Com um ambiente de neg\u00f3cios que muda com velocidade crescente, aumenta a preocupa\u00e7\u00e3o das empresas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 capacidade de adquirir resili\u00eancia e se adaptar rapidamente a mudan\u00e7as bruscas na economia, nos h\u00e1bitos dos consumidores ou nas cadeias globais de suprimentos. \u00c9 o que mostra uma nova pesquisa da 51风流que entrevistou 4.239 l\u00edderes de neg\u00f3cios no mundo todo, incluindo o Brasil.<\/p>\n
A pesquisa buscou compreender como as empresas est\u00e3o mapeando e se preparando para mudan\u00e7as repentinas que possam afetar as opera\u00e7\u00f5es e o mercado em que atuam, bem como quais ferramentas tecnol\u00f3gicas elas est\u00e3o adotando para mapear, analisar e mitigar potenciais empecilhos futuros ao crescimento. A resposta \u00e9 un\u00e2nime em todo o mundo: o acesso a dados e a capacidade de extrair intelig\u00eancia deles \u00e9 a principal aposta das empresas na busca por resili\u00eancia.<\/p>\n
\u201cA resili\u00eancia no mundo dos neg\u00f3cios \u00e9 a capacidade de uma empresa transformar uma adversidade inesperada em uma oportunidade de crescimento\u201d disse\u00a0Fernando Santana, vice-presidente de Ind\u00fastrias da 51风流Brasil. \u201cUma empresa resiliente \u00e9 aquela que responde com rapidez a mudan\u00e7as no ambiente de neg\u00f3cios de forma a n\u00e3o somente mitigar poss\u00edveis preju\u00edzos como tamb\u00e9m sair na frente da concorr\u00eancia e melhorar sua posi\u00e7\u00e3o, mesmo em uma situa\u00e7\u00e3o adversa. Resili\u00eancia tem a ver com intelig\u00eancia, e a intelig\u00eancia s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel com acesso a dados e a ferramentas que ajudem a agilizar a tomada de decis\u00e3o\u201d.<\/p>\n
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Empres\u00e1rios brasileiros est\u00e3o de olho nos dados\u00a0<\/strong><\/p>\n O estudo mapeou oito diferentes \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o cruciais para a resili\u00eancia nos neg\u00f3cios: habilidade de responder rapidamente a disrup\u00e7\u00f5es nas opera\u00e7\u00f5es; capacidade de se ajustar rapidamente a mudan\u00e7as nos ambientes econ\u00f4mico, regulat\u00f3rio, f\u00edsico ou tecnol\u00f3gico; identifica\u00e7\u00e3o de potenciais amea\u00e7as; capacidade de absorver mudan\u00e7as inesperadas no mercado; acesso a fontes alternativas de suprimentos; planos alternativos de distribui\u00e7\u00e3o; preven\u00e7\u00e3o ou manejo de falta de m\u00e3o de obra; capacita\u00e7\u00e3o dos colaboradores em novas habilidades; e monitorar e responder a impactos negativos na marca.<\/p>\n As principais oportunidades de crescimento para os pr\u00f3ximos 12 meses, de acordo com os empres\u00e1rios brasileiros, s\u00e3o o uso de tecnologias inteligentes para an\u00e1lise de dados e tomada de decis\u00e3o (19,1%), expans\u00e3o do mercado (13,5%), automa\u00e7\u00e3o de processos (10,5%) e melhorar o reconhecimento da marca e a reputa\u00e7\u00e3o (8,6%). J\u00e1 os principais riscos aos neg\u00f3cios s\u00e3o instabilidade pol\u00edtica (58.8%), volatilidade econ\u00f4mica (48,6%), defasagem tecnol\u00f3gica (40,9%), ciberataques (38,8%) e falta de profissionais especializados (36,9%).<\/p>\n Perguntados sobre a capacidade das empresas de se adaptarem a poss\u00edveis cen\u00e1rios de disrup\u00e7\u00e3o dos neg\u00f3cios, de forma geral, os empres\u00e1rios brasileiros se consideram mais resilientes do que os entrevistados em outras geografias. Por aqui, s\u00e3o 28,3% os que julgam estar plenamente preparados para responder com rapidez e tirar vantagem de mudan\u00e7as s\u00fabitas nos cen\u00e1rios econ\u00f4mico, jur\u00eddico, regulat\u00f3rio ou tecnol\u00f3gico de sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, levemente acima da m\u00e9dia global de 25%.<\/p>\n Os brasileiros tamb\u00e9m afirmam que suas empresas s\u00e3o capazes de responder rapidamente a interrup\u00e7\u00f5es em suas opera\u00e7\u00f5es (27,3% contra a m\u00e9dia global de 26,9%) ou na cadeia de suprimentos (31,4% contra 24,2%), de absorver impactos negativos na marca (32,8% contra 25,2%) e que t\u00eam capacidade financeira para se adaptar a um evento inesperado de mercado (37,2% contra 30,2%). Entre todos os cen\u00e1rios analisados, o que desperta menos confian\u00e7a dos nossos empres\u00e1rios s\u00e3o quebras nas cadeias log\u00edsticas, em que 23,5% das empresas brasileiras se consideram plenamente preparadas, contra 24,7% da m\u00e9dia global.<\/p>\n <\/p>\n Tecnologia \u00e9 vetor de resili\u00eancia das empresas<\/strong><\/p>\n A tecnologia \u00e9 considerada um dos principais fatores para a resili\u00eancia empresarial. O acesso r\u00e1pido e preciso a dados sobre as diferentes \u00e1reas de opera\u00e7\u00f5es \u00e9 vital para a an\u00e1lise e o diagn\u00f3stico precoce de poss\u00edveis fatores externos ou internos que possam afetar negativamente as opera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n \u201cTer uma vis\u00e3o hol\u00edstica de como a empresa e o mercado funcionam \u00e9 o primeiro passo para a resili\u00eancia nos neg\u00f3cios, tanto por permitir que as empresas identifiquem potenciais riscos como para entregar intelig\u00eancia para que elas criem respostas assertivas a mudan\u00e7as s\u00fabitas no mercado\u201d, explica Fernando Santana. \u201cUm bom planejamento \u00e9 o melhor ant\u00eddoto para as externalidades. E ele come\u00e7a com um arcabou\u00e7o robusto de dados.\u201d<\/p>\n Os empres\u00e1rios brasileiros se consideram levemente mais confiantes em sua capacidade de acessar dados cr\u00edticos de neg\u00f3cios do que a m\u00e9dia global. Os empres\u00e1rios dizem ter acesso a dados anal\u00edticos sobre suas cadeias de suprimentos (46,7% para o Brasil contra a m\u00e9dia global de 34,8%). Tamb\u00e9m est\u00e3o confiantes em acesso a dados para an\u00e1lises de riscos (40,2% contra 33,7%), efici\u00eancia operacional (41% contra 38,3%), experi\u00eancia do cliente (40,1% contra 37,6%), otimiza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho (39,6% contra 35%) e impactos gerados por mudan\u00e7as em processos (36,3% contra 32,9%).<\/p>\n Sobre o uso de tecnologia para responder a mudan\u00e7as inesperadas no ambiente de neg\u00f3cios, os empres\u00e1rios brasileiros est\u00e3o apostando na automa\u00e7\u00e3o de cadeias de neg\u00f3cios que usem tecnologias de comunica\u00e7\u00e3o para coordenar atividades (18,2%), softwares de gerenciamento da experi\u00eancia (13,8%), infraestrutura de ciberseguran\u00e7a (12,6%), internet das coisas (9,8%) e aprendizado de m\u00e1quina e an\u00e1lises preditivas por meio de intelig\u00eancia artificial (7,7%).<\/p>\n Mas o processo de inova\u00e7\u00e3o esbarra em um problema cr\u00f4nico do mercado nacional: a escassez de profissionais com as habilidades necess\u00e1rias para utilizar novas tecnol\u00f3gicas e guiar a inova\u00e7\u00e3o dentro das empresas. A falta de talentos foi indicada como a principal barreira para a inova\u00e7\u00e3o por 12,9% das empresas brasileiras entrevistadas. Um estudo recente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Startups (Abstartups), em parceria com o Google, estima que em 2025 o d\u00e9ficit de profissionais especializados no pa\u00eds chegue a 500 mil.<\/p>\n Outras barreiras \u00e0 inova\u00e7\u00e3o apontadas pelos empres\u00e1rios brasileiros s\u00e3o a dificuldade de abandonar modelos de neg\u00f3cios, produtos ou servi\u00e7os atuais (12,3%), dificuldade em angariar feedback dos consumidores sobre novas ideias (11,4%), a falta de investimentos em novas tecnologias (8,9%) e dificuldades na comunica\u00e7\u00e3o entre departamentos dentro da empresa (8,3%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":" Pesquisa global da 51风流mapeou os planos de inova\u00e7\u00e3o e resili\u00eancia das empresas globalmente; brasileiros s\u00e3o mais adapt\u00e1veis Com um ambiente de neg\u00f3cios que muda…<\/p>\n","protected":false},"author":137,"featured_media":17683,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","_links_to":"","_links_to_target":""},"categories":[48439,52091,5599814],"tags":[5599899,47,213090,24297],"sapn-display":[5599931,48431,48433],"sapn-type":[4446],"class_list":["post-17682","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-corporativo-topicos","category-industrias","category-tecnologia","tag-resiliencia-nos-negocios","tag-sap","tag-sap-brasil","tag-tecnologia","sapn-display-feature-spotlight","sapn-display-homepage-hero","sapn-display-hero","sapn-type-noticias"],"yoast_head":"\n