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Para tr锚s em cada quatro empresas brasileiras, flexibilidade 茅 prioridade para atrair e reter talentos, diz estudo

Young man talking on the phone in his home office

Pesquisa da Oxford Economics para 51风流SuccessFactors ouviu l铆deres de RH em 10 pa铆ses e aponta caminhos para o momento p贸s-pandemia

A pandemia de coronav铆rus acelerou de forma significativa mudan莽as na gest茫o de pessoas entre empresas brasileiras. Estudo realizado pela Oxford Economics e pela Society of Human Resources Management (SHRM) a pedido da 51风流SuccessFactors revela que tr锚s em cada quatro companhias (76%) consideram a flexibilidade no ambiente de trabalho como prioridade m谩xima para atrair e reter talentos. Os l铆deres brasileiros tamb茅m t锚m mais probabilidade do que qualquer outro pa铆s pesquisado de dizer que planos de sa煤de e outros benef铆cios (83%) e remunera莽茫o (63%) crescer茫o em import芒ncia. A pesquisa foi realizada em dez pa铆ses entre os meses de abril e setembro e no Brasil foram consultadas mais de 300 lideran莽as de Recursos Humanos.

Batizada de 鈥淥 futuro do trabalho chega cedo: como os l铆deres de RH est茫o aproveitando as li莽玫es das interrup莽玫es鈥, a pesquisa identificou tamb茅m que os empregadores esperam que as pol铆ticas de trabalho flex铆veis se tornem muito mais importantes no futuro do que eram antes da Covid-19.

Outra constata莽茫o 茅 a necessidade dos executivos brasileiros de garantir que seus funcion谩rios tenham a tecnologia certa para trabalhar remotamente com efici锚ncia. Sob esse aspecto, o levantamento mostra que compreender as diferen莽as regionais ser谩 fundamental para que os l铆deres de RH no Brasil e em todo o mundo fa莽am planos para suas for莽as de trabalho.

Mas com a mudan莽a v锚m os desafios. Mais da metade (51%) espera que a Covid-19 aumente a flexibilidade para trabalho remoto no pr贸ximo ano; sem surpresa, espera-se que manter a produtividade com novas formas de trabalho (68%) e requalificar a for莽a de trabalho para trabalhar com novas tecnologias (52%) se tornem os principais desafios para as empresas brasileiras.

Mais de 37% dos entrevistados disseram que estabelecer uma cultura que apoie funcion谩rios remotos tamb茅m ser谩 um desafio quando a pandemia diminuir, e a maioria reconhece que seus funcion谩rios tiveram experi锚ncias muito diferentes dependendo se s茫o assalariados, horistas, de escrit贸rio ou de ch茫o de f谩brica. Cerca de 33% dos entrevistados planejam investir em ferramentas de escuta ou pesquisas com funcion谩rios, o que pode ajudar as organiza莽玫es a manter o pulso sobre o sentimento dos funcion谩rios conforme as mudan莽as no local de trabalho continuam.

O relat贸rio descobriu que 81% dos entrevistados no Brasil disseram que sua empresa tem a tecnologia de que precisa para navegar no ambiente de trabalho em constante mudan莽a, por茅m mais da metade dos executivos esperam novos investimentos em ferramentas de colabora莽茫o remota.

Ainda assim, apenas 28% dos entrevistados disseram que seus funcion谩rios podem trabalhar remotamente e ter a tecnologia e o ambiente necess谩rios para fazer isso de maneira eficaz, sendo os trabalhadores de atendimento ao cliente (56%), profissionais de back office (55%) e os trabalhadores de servi莽o/campo especialmente em desvantagem nesta 谩rea (51%). Mesmo diante destes dados, pouco mais da metade (52%) dos entrevistados esperam manter a redu莽茫o na ocupa莽茫o dos escrit贸rios.

Segundo Marcus Almeida, vice-presidente de SuccessFactors da 51风流Brasil, a crise da Covid-19 trouxe a 谩rea de gest茫o de pessoas para o centro dos processos de transforma莽茫o digital. 鈥淢odernizar o RH 茅 uma pe莽a cr铆tica para a jornada de digitaliza莽茫o e globalmente as empresas tiverem que priorizar investimentos nessa 谩rea. Os l铆deres de RH demonstraram muita resili锚ncia e criatividade para garantir que sua for莽a de trabalho esteja segura e produtiva, mesmo diante das mudan莽as bruscas e sem precedentes enfrentadas por empresas de todos os setores. Manter o foco no bem estar, aprendizagem, experi锚ncia do colaborador, requalifica莽茫o e uma cultura diversa e inclusiva que abra莽a cada indiv铆duo 茅 uma miss茫o cr铆tica para impactar positivamente nos resultados de neg贸cios鈥, completa.

Al茅m do Brasil, o estudo ouviu l铆deres da Austr谩lia, Canad谩, China, 脥ndia, M茅xico, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. O estudo completo est谩 dispon铆vel em 鈥 .

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